quinta-feira, 8 de março de 2012

8 de Março: Dia Internacional da Mulher



Ser Mulher é ser sensível e sentir a vida como ela é. 
É ter um espaço só eu. Ser guerreira, amiga,
Companheira e rainha do seu lar.
É ser mãe, avó, neta e filha. 
A Mulher é Especial.
É sonhadora, e com toda sua delicadeza,
é firme e luta pelos seus ideais. 
Uma homenagem a todas as Mulheres que
tornam o mundo mais Especial.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Igrejas evangélicas viram celeiro de profissionais para músicos e bandas



Formados nos templos, profissionais fazem carreira no mercado secular.
Educação gospel abastece bandas de Fábio Junior a Racionais MC's.


“Esse cara é bom, vem da igreja” é uma expressão comum, usada por músicos como Simoninha, na hora de avaliar alguns dos profissionais que trabalham com eles - no caso da banda do carioca, quatro dos sete músicos se encaixam na descrição. O papel preponderante da música dentro das inúmeras variantes de igrejas evangélicas no Brasil, criou, involuntariamente, um mercado paralelo de capacitação.
Aldo Gouveia canta com Fábio Junior e diz que Mano
Brown já foi a cultos atrás de músicos
(Foto: Caio Kenji/G1)
“A gente fala brincando, entre os músicos que não são religiosos, que não têm vínculo nenhum. É uma forma de dizer que o cara é disciplinado, maduro e competente. Tem muita gente dessas igrejas no meio musical, um acaba puxando o outro”, explica o filho de Simonal.
Alguns profissioanais, como Robinho Tavares, baixista de sua banda há 12 anos, chegam a atrair uma legião de fãs evangélicos por onde a turnê de Simonal passa. " Já virou piada. Vamos fazer show tem seguidores do Robinho, ele tem fãs no país inteiro."
Cantar é parte importante dos cultos evangélicos. Com a abrangência da oportunidade de integrar a parte musical do louvor, quem se converte muitas vezes acaba descobrindo um talento ou, pelo menos, a possibilidade de aprender a tocar um instrumento e cantar. O esquema é colaborativo, ou “mambembe mesmo, sem regra, ar condicionado, estrutura de sala de aula. É na base da repetição e autodidatismo”, como define o regente Nilton Silva, 37.
Como muitos talentos, ele cresceu no meio religioso. Seu pai, também maestro, logo que passou a frequentar os cultos recebeu a incumbência de tocar trompete. Sabia cantar, mas não tinha a mínima noção do instrumento de sopro. Em dois anos, assumiu o posto de professor e treinava novos recrutas.
“Meu pai é maestro desde que me conheço por gente. Ele aprendeu a reger sozinho e, depois que se converteu, passou a tocar trompete também. Aprendeu na marra, lendo partitura, estudando sozinho. O esquema é: senta aí e vai pegando com os que já sabem.”
Família Jackson
Nilton cresceu participando de corais gospel. Ele e os três irmãos formaram um quarteto na infância e faziam sucesso no cenário religioso. “Minha mãe aprendeu a tocar piano com meu pai e eles ensinaram tudo pra gente. Repetíamos o que eles mandavam, tínhamos uma voz boa, mas não sabíamos direito o que estávamos fazendo.”

Com o gogó afinado e popularidade nas igrejas evangélicas de Campinas, interior de São Paulo, aos 22 anos, ele dava aulas de canto particulares. Tinha seu cartão divulgado nos painéis dos templos e ganhava para ensinar o que sabia a quem estivesse disposto a pagar. Nessa época, resolveu montar um coral profissional. Convidou amigos e conhecidos competentes do meio e fundou o Kadmiel – segundo ele, o único coral do Brasil que não canta só dentro de igreja.
“A maioria dos contratantes não é evangélica, não tem vinculo nenhum. Em março, por exemplo, cantaremos no casamento da modelo Carol Trentini, em Santa Catarina. Ela não é evangélica. Trabalhamos muito bem nesse meio. Cantamos de tudo um pouco.”
A ideia transformou Silva em uma espécie de headhunter de backing vocals. Artistas como Simoninha, Paula Lima, Alexandre Pires, Sandy e Junior já procuraram por ele pedindo indicação ou até mesmo interessados em usar o coral em gravações de programas de TV, CDs e temporada de shows.
“A Paula Lima viu nossa apresentação e ficou encantada. Trocamos cartões e tempos depois ela queria indicação de cantoras para a turnê e gravação de CD. Minha irmã é do Kadmiel e foi backing dela durante um ano.”
Shirley Oliveira durante apresentação no bar The Orleans, em São Paulo (Foto: Caio Kenji/G1)
Shirley Oliveira durante apresentação no bar The Orleans, em São Paulo (Foto: Caio Kenji/G1)

Exportar talentos para o mundo secular passou a ser uma rota comum. Shirley Oliveira, 32, está como vocalista da banda do baixista Pixinga durante a temporada de shows que ele faz em um bar na zona oeste da capital paulista. Ela já fez segunda voz para Alexandre Pires, Jair Oliveira, Tânia Mara, Daniel e Jair Rodrigues. Foi para a igreja Universal aos 7 anos, influenciada por uma amiga.
Depois que virou cristã, enfrentou uma “peneira”, realizada pela esposa do pastor, que se encantou com o poderio de sua voz. Teve aula de técnica vocal, cantou em corais e, com o tempo, descobriu a profissão que queria seguir.
“Dos 7 aos 10 comecei abrir voz. Fiz regência com 15. Aos 16, descobri a música black gospel. Na época era VHS ainda, os colegas me davam fitas pra eu escutar. Fiquei apaixonada por esse tipo de música e fui de ouvido mesmo buscando ter aquele estilo, entonação vocal. Não tive estudo, fui pegando conforme era apresentada, ou descobria novas referências.”
Versáteis
O autodidatismo também deu a Aldo Gouveia, 42, um lugar cativo na banda do cantor Fábio Junior, com quem trabalha desde 2003. Antes disso, fez segunda voz em shows dos Racionais MC´s.

Segundo ele, o rapper Mano Brown chegou a frequentar alguns cultos atrás de cantores. “Temos amigos em comum, pessoas do meio. Ele precisou de backing em 96 e eu fiz alguns shows.”


Hoje, Aldo é produtor musical e tem um estúdio próprio no centro de São Paulo. Faz trabalhos para todo tipo de banda, mas considera a educação musical religiosa um atestado de qualidade e, principalmente, desenvoltura.

“Músicos da igreja têm que correr atrás. O acesso existe, mas não é uma formação de alto nível. Quem gosta, tem o sonho, se vira pra se capacitar. Com o tempo, isso foi formando um grupo seleto de profissionais mais versáteis, maduros e uma rede de contatos.”

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Deus, somente Deus!


"Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da mulher grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas." Eclesiastes 11.5

Pensamento: Não sei. Não sei! Esta é uma das frases mais difíceis para nós usarmos. Mas, ao pensar sobre Deus e Seus caminhos, é a única coisa que podemos dizer. O que sabemos sobre Deus é apenas o que Ele, na sua graça, escolheu revelar para nós. Ele é o Mistério dos mistérios. Ele é o supremo conhecível Desconhecido. Mas, o que sabemos dele, o que ele revelou para nós através de Jesus, é que ele é amoroso e misericordioso.

Oração: Ao Senhor, só posso oferecer meu louvor. Quando considero a vastidão do universo do qual o nosso pequeno planeta azul gira, fico admirado com a Sua maravilhosa complexidade e soberania. Ao mesmo tempo, Aba Pai, agradeço a sua aproximação a nós. O Senhor é melhor do que qualquer coisa que conheço, o Deus que transcende espaço e tempo, e também Deus meu Pai que está sempre próximo.
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Obrigado por ser accessível porém não penetrável, disponível porém não controlável. Agradeço-te e dou-te louvores no nome de Jesus. Amém.
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domingo, 26 de fevereiro de 2012

Sara Nossa Terra reúne milhares de jovens em evento

Em Barueri o governador de SP, Geraldo Alckimin reconheceu o poder de Jesus Cristo e falou sobre o ministério de Rodovalho


Nos dias 20 e 21 de fevereiro a Sara Nossa Terra promoveu em várias cidades brasileiras a Conferência Arena Jovem reunindo milhares de jovens. Em Brasília foram mais de 10.000 jovens reunidos declarando que amam a Deus.
Em Barueri, São Paulo, o evento contou com cerca de 5.000 jovens que se reuniram no ginásio José Corrêa no centro da cidade. Entre os participantes estavam o governador do estado Geraldo Alckmin e sua esposa, a primeira dama de São Paulo, Lú Alckmin.
Durante seu discurso Alckmin elogiou os trabalhos da Sara Nossa Terra e declarou que acredita em Jesus.
“Sou médico e entendo que nós melhoramos a vida das pessoas, mas somente Jesus pode curar”, disse o governador.
Nesse evento de Barueri teve apresentação do grupo de Teatro Jeová Nissi e de bandas gospel. A ministração ficou por conta do bispo Robson Rodovalho, fundador da igreja, e Lúcia Rodovalho. A Rede Sara Brasil FM e a TV Gênesis fez a cobertura do evento mostrando tudo o que acontecia em Barueri.
A Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra foi fundada em Brasília em 1992 e hoje tem cerca de 800 templos em várias cidades do Brasil somando 750 mil membros. Entre os projetos sociais desse ministério está o Projeto Pequeninos que desde 1994 atende famílias carentes no Distrito Federal.
Fora isso o ministério do bispo Robson Rodovalho também mantém um ônibus circular com serviços odontológicos e médicos que prestam atendimento gratuito para a população carente. Outro projeto que merece destaque são os cursos profissionalizantes e a assistência jurídica também oferecida para os menos favorecidos da sociedade.

“Homossexual agredido é manchete de jornal, morte de dezenas de cristãos é ignorada”, diz jurista

Para acabar com esses crimes a solução seria condicionar as ajudas humanitárias

O jurista brasileiro Ives Gandra da Silva Martins escreveu um artigo falando sobre a falta de notícias sobre a constante perseguição de cristãos em países de maioria é muçulmana. Chamando a matança de “cristofobia islâmica” ele analisa que apesar de tantos casos contra cristãos acontecerem no mundo a imprensa brasileira não noticia essas informações.
“As notícias sobre esta “Cristofobia islâmica” são desconhecidas no país, com notas reduzidas sobre atentados contra os cristãos, nos principais jornais que aqui circulam”, disse ele. O jurista então compara a morte de cristãos com a morte de homossexuais, dizendo que estas sim são noticiadas.

“Um homossexual agredido é manchete de qualquer jornal brasileiro. Já a morte de dezenas de cristãos, em virtude de atos de violência planejados, como expressão de anticristianismo, é solenemente ignorada pela imprensa”.
No texto publicado no Jornal do Brasil, Gandra lembra de grandes ataques contra cristãos que aconteceram no Egito, na Nigéria e no Paquistão, vitimando dezenas de pessoas. Esses casos foram citados por um jornalista na revista americana Newsweek em 13 de fevereiro, sugerindo uma tolerância religiosa para todos, menos para os intolerantes.
Ele concorda com o jornalista Ayaan Hirsi Ali que escreve dizendo que o Ocidente poderia condicionar ajuda humanitária, social e econômica para com os que professam a fé cristã seja também respeitada. “Creio que a solução apresentada por Ayaan Hirsi Ali é a melhor forma de combater preconceitos, perseguições e atentados terroristas, ou seja, condicionar ajuda até mesmo humanitária, ao respeito a todos os credos religiosos (ou à falta deles), como forma de convivência pacífica entre os homens”.
Leia o artigo na íntegra aqui.